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Apreensões de animais silvestres crescem na região de Rio Preto

O número de apreensões de animais silvestres e exóticos na região de São José do Rio Preto (SP) quase dobrou no ano passado em relação ao ano anterior, segundo a Polícia Ambiental.

No ano passado, a polícia apreendeu 214 animais, sendo que 80% iria abastecer o mercado negro de tráfico de animais. Em 2016, foram ao todo 120 animais recolhidos.

Em 2017, na região de Rio Preto, foram aplicados R$ 124 mil em multas. A mulher que transportava cinco macacos em uma bolsa, em novembro do ano passado, por exemplo, foi multada em R$ 60 mil. Essa foi a sétima vez que ela foi flagrada transportando animais.

“Em regra, os animais são transportados de maneira para ludibriar a fiscalização, em compartimento pouco apropriado. Tem o comércio regional e até os que vão para outros estados”, afirma o capitão.

Outros casos também chamaram a atenção da polícia. Em março de 2016, por meio de um Raio-x, funcionários dos Correios de Rio Preto encontraram uma cobra viva dentro de uma correspondência. A encomenda vinha de Minas Gerais. Em junho de 2017, 17 macacos e dois papagaios foram apreendidos em Mirassol. Eles eram mantidos em cativeiro.

Retorno à natureza

Por conta das precárias condições de cativeiro e de transporte, muitos animais morrem antes mesmo de chegarem ao destino. Os que são resgatados na região, são trazidos para o Bosque de Rio Preto. A unidade conta com 40 animais, sendo 23 originários do tráfico.

Na semana passada, o Bosque recebeu 14 cobras, da espécie corn snake, que eram mantidas ilegalmente em cativeiro – foram recuperadas pela Polícia Ambiental de dentro de um armário, em uma casa em José Bonifácio. A espécie é originária dos Estados Unidos.

“Um animal que é exótico, não pode soltar na natureza. Ela pode predar algum animal e pode até dizimar uma espécie nativa”, diz o biólogo Samuel Villanova Vieira.

Não é considerado animal de tráfico aquele que tem registro e nota fiscal. Então, qualquer espécie nativa deve ser comprada em locais autorizados. Quem dá essa autorização é a Secretaria do Meio Ambiente do Estado.

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